Carioca, residente em São Paulo desde seu auto-entendimento por gente, escreve nas horas, que não deveriam ser, vagas.
Poeta, cronista, romancista e jornalista. Seria grande coisa se essas coisas acrescentassem algo, mas já que são apenas adjetivos indigestos, di-los apenas para adjetivar, para dar nome ao cousa nada.
Sou o que se lê sem remediar, sou eu, apesar do pesar, um errado que insiste em tentar, sou o que posso ser sem me importar com o que virá, tento apenas ser, sem prever o que será.
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