quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Coisas de TGI na estrada...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Um pouco do mundo da música
terça-feira, 29 de julho de 2008
Lembrete
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Diálogos com a minha vó, nº 6.312
- Paulo, agora que eu lembrei, tem sopa de ervilha
(ela sabe que eu adoro sopa de ervilha)
- É mesmo, vó? Então, deixa ai na pia que depois eu como. Já coloquei macarrão no prato, mais tarde eu tomo a sopa.
- Então, posso esquentar?
- Lógico que não, vó. Eu só vou comer mais tarde e...
- Então, você esquenta depois?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han.
- Não, vó, eu não vou esquentar.
- Mas tem graça comer a sopa fria?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han.
- Tem muita graça!
- Mas gelada desse jeito ela vai lá ter sabor, menino?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han
- Ohhhhh se tem!
- Gracinha!
Eu sei, minha vó assiste Hebe (sem a preposição mesmo, parece que ela até conversa com a tevê) e não nega o fato.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Quando mais eu rezo...
- Oi moça, tudo bem com você?
Ivelize não sabe se acredita que é com ela, se tomou chá de cogumelo e se cheirou muito orégano na pizza de ontem a noite, então segue sem responder, como se nada tivesse acontecido.
Porém, o ameaçador cidadão lhe aborda furtivamente de forma agressiva e incisiva de jeito que ela não consegue escapar da indagação – Ei moça, você quer comprar uma prancheta?
- Vi que você tinha um tubo nas costas, estou vendendo uma prancheta A0, tá novinha; quer?
Ive se sensibilizou com o marginal. Ouviu sua história; o quanto pagou na prancheta, por que comprou aquela desgraça, quando comprou, para quem comprou e como o fez. Foi um festival sobre a prancheta.
Ive se sensibilizou tanto que, sem titubear, apertou o passo até o metrô e praticamente como uma ninja, fez de tudo para despistar o nosso terrível vilão, na fila da catraca.
Mas os esforços de nossa heroína não foram suficientes – Maradona que o diga – de repente, ele aparece logo atrás da desprotegida Ive!
- Eita, tinha te perdido de vista, bichinha!
Ambos ultrapassam a catraca, sobem a escada rolante, até que Ive se dirige ao fundo da plataforma e tenta uma tática da Al-Qaeda para se livrar de seu perseguidor:
- Tenho que ir pra frente, a escada fica pra lá! Tchau! (Muita ênfase nesse tchau!)
E Ive deu meia volta e saiu correndo como se fugisse de um leão faminto no meio do Congo.
Depois de um tempo atordoado, nosso vilão dá por si e tenta uma manobra de recuperação. Mas foi tarde demais. Ele deu de cara na porta, e Ive ficou dentro do vagão, tirando um sarro terrível do nosso pobre meliante vendedor de prancheta.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
A equação milagrosa
Conversando com amigos, uma fonte muito segura me confidenciou que historiadores gregos acharam uma equação do nosso fdp-mor que ferrou geral na sétima série, o tio Pitágoras.
Essa equação foi a forma que o matemático grego encontrou de compreender as mulheres.
Segundo Pitágoras, Mulher = Tempo x Dinheiro. Se Pitágoras diz isso, quem sou eu para questionar!?
Como bons ocidentais, sabemos que tempo é dinheiro. Sob esta premissa difundida por outro barbudinho, o Tio Sam, afirmamos categoriacamente que Tempo x Dinheiro = Dinheiro².
Mas, como bons brasileiros, sabemos que dinheiro é a raiz dos problemas. Porque, se você não tem, é um problema, mas se você tem é outro problema. Então, como Dinheiro = Problema¹/² .
Substituindo os itens, Mulher = Dinheiro², logo, Mulher = (problema¹/²)².
Eu nunca fui bom em matemática, mas essa parte de cortar as potências eu sei fazer. Concluímos então, que Mulher = Problema.
Cara, isso mudou a minha vida. =P
terça-feira, 1 de abril de 2008
Sorte do dia
Uma imaginação bem canalizada é fonte de grandes proezas
Lamber o cotovelo é uma grande proeza?
terça-feira, 4 de março de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
Mulheres e seu mau gosto do inferno.
1. Somos peludos.
2. Cheiramos mal. (suor, futebol, pular muro, essas coisas)
3. Falamos imoralidades, indecências e bobagem o tempo todo. (Só ir a um bar com os amigos e ligar o gravador por cinco minutos para comprovar)
4. Nós ficamos carecas com uma facilidade incrível.
5. Não há como evitar, as mãos sempre vão para os peitos/bunda.
6. Aniversário? Que aniversário?
7. Não, eu não quero ver a sua mãe. A menos que seja no velório... Dela.
8. Nós sempre acertamos a tampa do vaso.
9. O controle remoto é MEU!
10. Não fazemos a menor idéia do que se trata ser um cesto de roupa suja.
11. Amor, onde estão as chaves do carro?
12. Nós não estamos perdidos! (NUNCA)
13. ETC
Vejam bem, não é nada pessoal, mas vocês são meio masoquistas, né? =P
domingo, 13 de janeiro de 2008
Trampo
Duas horas da manhã e Rafael pula nos colchões de mola, loucaço. Enquanto isso, Felipe está na banheira. Eu, com um laptop, escrevendo o último post.
Isto é apenas um pequeno retrato do que eram as noites dessa semana, enquanto enfrentávamos o cárcere-privado do trabalho bem remunerado.
Então, em outra noite, movido pela falta do que fazer, Rafael liga na recepção.
- Alo, boa noite.
- Boa noite.
- Sabe, é que acima do espelho, do lado do ar-condicionado, há uma luz verde, outra vermelha, num troço preto e também outro troço branco. Velho, que porra é essa?
- Não sei, senhor.
- É?
- É.
- Tá certo. Valeu
Desliga.
E disca outra vez.
- Oi, é da governância?
- Sim, senhor.
- Você poderia trazer 4 cocas para o 104?
- Sim, senhor.
- Tem mais uma coisa.
- Sim?
- Sabe, é que acima do espelho, do lado do ar-condicionado, há uma luz verde, outra vermelha, num troço preto e também outro troço branco. Velho, que porra é essa?
- É apenas um ponto de referência. Se acabasse a luz, o senhor teria como se locomover no quarto. Porém, são desnecessárias, pois temos um gerador próprio.
- A ta. Valeu.
Velho, esses dias vão ficar na minha memória pra sempre. Nem o Alzheimer os tirará!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Dia na Índia
Minha avó, querendo dizer alguma coisa que me convencesse de que não seria ruim/doloroso/deprimente, disse:
Realmente. Porém essa diferença que ela falava era por ele ser Indiano. Isto mesmo, o cidadão nasceu lá na Ásia e veio aqui ser médico.
Ou seja, já que o médico é indiano, não pega nada. Adoro a lógica da minha vó. ¬¬
Para minha sorte ou azar, ainda não sei, ele não tem bisturi. Ele utiliza algo ainda pior, chazinhos e ervas...
Vejamos até onde irá a minha sanidade mental com o início desse tratamento.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Vô, num vô!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Uma verdade inconveniente
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Eu não tenho culpa!

Queridas amigas, eu não tenho nada a ver com isso! Não pratico tráfico de gente, nem negocio mulheres. Mas caso tenha alguém interessado, favor clicar no link! =P
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Puta mundo injusto, meo!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
O desafio
Sim, meus caros, deparo-me com o maior desafio do homem moderno, encontrar fones de ouvido descentes.
No último mês já gastei praticamente 80 reais com variados tipos de fones. Desde que o finado bom fone que tinha adquirido junto com o meu MP3 começara a falhar no ouvido direito, eu havia migrado para o rádio do meu celular. Mas como o meu irmão fez o favor de rasgar os fones do celular no meio...
Comprei um MP4. O fone do durou 75 dias, tempo demais para qualquer produto coreano. Então, ingressei numa sina maldita, a busca por um fone de ouvido com som de qualidade e durável.
A primeira opção foi um que se adaptava a diferentes aparelhos de som, tinha dois encaixes diferentes, o que causava uma enorme perda de qualidade, vezes ficando sem som algum.
Então, comprei um de cinco reais, bonitinho, daqueles que se colocam envolta da orelha. O som era uma bosta. Durou três dias.
Então, resolvi comprar um bom. Compre um Philips de 22 reais. Triste ilusão, com um dia de uso, o ouvido direito não funciona mais. O som era bom, ao menos. ¬¬
Qualquer sugestão barata e de bom som será aceita.
Procura-se fone discreto, que não dê visibilidade a possíveis meliantes da estação república...
Paga-se mal, mas fica-se muito agradecido.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Felicidade, Nisin Miojo, Instantanea
sábado, 30 de junho de 2007
Medo
Tenho um pânico tremendo da seleção brasileira de futebol. Nunca vi um futebol tão sofrível. E o engraçado que a CBF só contrata algum dos sete anões.
Primeiro foi o Zangado - Felipão
Depois o Soneca - Parreira
Agora o Dunga - Dunga
O Zangado não volta. Nem o mestre (Tele). Desse jeito, a seleção será para mim apenas isto, desgosto.
Se bem que a seleção vai de mau a pior. Pelo menos o Josué e o Alex Silva voltam ao São Paulo mais cedo...
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Caos aéreo tem solução.
Nossa ministra do Turismo, Martaxa, encontrou uma via para resolver o grande problema que enfrentamos com a nossa insuficiente estrutura:
Martaxa criou mais um companhia aérea para aumentar a oferta de vôos. A VAREG, Viação Aérea Relaxe E Goze.
Não é lindo?
Brasil, um país de todos!
