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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Sonhos

Apenas para descontrair.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Para ela (sob influência de Allstar)

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
Você foi invadindo cada canto, preenchendo todo meu espaço
Em pouco tempo, eu já nem sabia mais como fugir de você
Por mais que fosse forte, como resistir aos seus belos lábios?

Se fui eu, se foi você, foram os dois num momento exato
Eu fui bobo, um tolo, medroso, um frouxo, tive medo do inevitável
Tantas chances tive, o desejo contive até o instante insustentável
Então, me surge sem jeito, um beijo doce em meio a um abraço.

Estranho seria não ter o medo de perder a sua voz num estalar opaco
Aqueles trilhos levariam você a tão longe dos meus olhos desesperados
Sedentos, famintos em você, de tocar sua face em jeito desajeitado
Mas quase sem querer, foi ser você o meu sonho raro.

Depois de horas de palavras despertas
Sussurradas incertas
Que trarão contas de telefones estratosféricas
De tantas risadas sem métrica
Só restam-me poucas palavras a expressar o tom alto
Que se não fosse você
O meu coração seria mero vácuo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Saudades

Há gente que faz falta, muita falta. Gente que nem conheci, nunca nem troquei uma sequer palavra. Gente que enquanto estava viva eu nem me tocava de sua importância e talento.

Cássia Eller é um exemplo. Hoje me peguei pensando nas músicas do seu Acústico Mtv. Um primor.

Cássia era dona de uma timidez inesperada, de um talento surpreendente e de uma pureza de caráter que levou Nando Reis a paixão.

No dia 29 ela completará 6 longos anos de ausência. Uma ausência sem volta, uma ausência forte e sentida. Não há talentos aparentes na música brasileira que tenham a mesma expressão de Cássia.

Apesar de alguns interpretes que surgem, Cássia era única. Única como foi Cazuza, Renato Russo. Apesar de não compor, era dona de musicalidade ímpar.

Saudades. Seis anos de saudades. Fica aqui um video, para matar um pouco dessa saudade.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Saudade



Clipe de música instrumental que eu compus hoje.

Degustem com parcimônia.

terça-feira, 27 de março de 2007

Programa Especial - Almir Sater

O Piralampo de Rei do Gado,
Músico, Violeiro do Mato Grosso, grande figura da música brasileira.

Vale a pena ouvir, para conhecer um pouco mais da cultura de nosso país.

Entrevista com Almir Sater

quarta-feira, 21 de março de 2007

Móveis Coloniais de Acaju!

Aqui está a entrevista com os caras do “Móveis Coloniais de Acaju”, realizada por minhas colegas de Jornalismo, hoje.

Essa sonora de pouco mais de trinta minutos irá ao ar na semana que vem, Quarta-feira, 28. Porém, você, meu amigo imaginário, poderá ouvi-la antes.

É... Se você tiver paciência, também. =P

Se a tia chata deixar, Sexta eu entrevisto o Arnaldo Antunes. Se a mulher deixar. Se ela não deixar, não entrevisto, já que eu não queria mermo... ¬¬

Entrevista com o Móveis

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Ignora (não era ela)



Não era ela quem o faria feliz, não era ela não, não era ela...

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

O Teu futuro é duvidoso, eu vejo grana, eu vejo dor 


Por você conseguiria até ficar alegre


Que tudo o que ofereço é meu calor, meu endereço, a vida do teu filho, desde o fim até o começo


Pra que usar de tanta educação pra destilar terceiras intenções


O seu instinto, é o meu desejo mais puro, esse seu ar obscuro, meu objeto de prazer


Eu quero te olhar de um lugar diferente, eu quero a chave, a chave da porta da frente


Amanheceu o pensamento que vai mudar o mundo com seus moinhos de vento

no palheiro nas noites de frio é melhor nem nascer


Hoje eu acordei com sono e sem vontade de acordar


Como pode alguém ser tão demente, porra louca, inconsequente e ainda amar


É. Barão Vermelho. Isso mesmo. Foda!

sábado, 14 de outubro de 2006

Calmaria

Sim, eu me empolguei e voltei a fazer música.
Foderam-se!

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Dance, Dance!



Dance, dance! Relaxe, desligue-se de tudo. Mande tudo a merda, e seja feliz. Uma noite pode mudar tudo.

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Por mais que isso não pareça verdade.

Ás vezes o dia parece não sair do lugar comum. Tudo igual, o ar dá a entender que nada vai mudar. Daí você vê a oportunidade de uma frase, de um toque, do contato. Um diálogo rápido, olhos nos olhos.

Durante o dia você se perde olhando nos olhos, desvia o pensamento num sorriso perdido. Depois, tento fugir, desviar, disfarçar. Mas que o sorriso dela é lindo, ah, isso é.

Aquele jeitinho perdido, distante, aquilo tudo que me encanta. É como se eu já tivesse visto-a a muito tempo atrás, e agora que encontrei, sinto a falta. É agradável olhar de relance e me perder na eternidade de um instante.

Esse jogo pode até ser perigoso, mas é gostoso.

E antes que pergunte, não, eu não estou apaixonado. Mas estou suscetível.

Deixa ser o que será.