quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Frase solta
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Coisas de TGI na estrada...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Um pouco do mundo da música
terça-feira, 29 de julho de 2008
Lembrete
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Diálogos com a minha vó, nº 6.312
- Paulo, agora que eu lembrei, tem sopa de ervilha
(ela sabe que eu adoro sopa de ervilha)
- É mesmo, vó? Então, deixa ai na pia que depois eu como. Já coloquei macarrão no prato, mais tarde eu tomo a sopa.
- Então, posso esquentar?
- Lógico que não, vó. Eu só vou comer mais tarde e...
- Então, você esquenta depois?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han.
- Não, vó, eu não vou esquentar.
- Mas tem graça comer a sopa fria?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han.
- Tem muita graça!
- Mas gelada desse jeito ela vai lá ter sabor, menino?
- Vó, se eu te falar uma coisa, a senhora promete que não fica chateada?
- Han
- Ohhhhh se tem!
- Gracinha!
Eu sei, minha vó assiste Hebe (sem a preposição mesmo, parece que ela até conversa com a tevê) e não nega o fato.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Quando mais eu rezo...
- Oi moça, tudo bem com você?
Ivelize não sabe se acredita que é com ela, se tomou chá de cogumelo e se cheirou muito orégano na pizza de ontem a noite, então segue sem responder, como se nada tivesse acontecido.
Porém, o ameaçador cidadão lhe aborda furtivamente de forma agressiva e incisiva de jeito que ela não consegue escapar da indagação – Ei moça, você quer comprar uma prancheta?
- Vi que você tinha um tubo nas costas, estou vendendo uma prancheta A0, tá novinha; quer?
Ive se sensibilizou com o marginal. Ouviu sua história; o quanto pagou na prancheta, por que comprou aquela desgraça, quando comprou, para quem comprou e como o fez. Foi um festival sobre a prancheta.
Ive se sensibilizou tanto que, sem titubear, apertou o passo até o metrô e praticamente como uma ninja, fez de tudo para despistar o nosso terrível vilão, na fila da catraca.
Mas os esforços de nossa heroína não foram suficientes – Maradona que o diga – de repente, ele aparece logo atrás da desprotegida Ive!
- Eita, tinha te perdido de vista, bichinha!
Ambos ultrapassam a catraca, sobem a escada rolante, até que Ive se dirige ao fundo da plataforma e tenta uma tática da Al-Qaeda para se livrar de seu perseguidor:
- Tenho que ir pra frente, a escada fica pra lá! Tchau! (Muita ênfase nesse tchau!)
E Ive deu meia volta e saiu correndo como se fugisse de um leão faminto no meio do Congo.
Depois de um tempo atordoado, nosso vilão dá por si e tenta uma manobra de recuperação. Mas foi tarde demais. Ele deu de cara na porta, e Ive ficou dentro do vagão, tirando um sarro terrível do nosso pobre meliante vendedor de prancheta.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
A equação milagrosa
Conversando com amigos, uma fonte muito segura me confidenciou que historiadores gregos acharam uma equação do nosso fdp-mor que ferrou geral na sétima série, o tio Pitágoras.
Essa equação foi a forma que o matemático grego encontrou de compreender as mulheres.
Segundo Pitágoras, Mulher = Tempo x Dinheiro. Se Pitágoras diz isso, quem sou eu para questionar!?
Como bons ocidentais, sabemos que tempo é dinheiro. Sob esta premissa difundida por outro barbudinho, o Tio Sam, afirmamos categoriacamente que Tempo x Dinheiro = Dinheiro².
Mas, como bons brasileiros, sabemos que dinheiro é a raiz dos problemas. Porque, se você não tem, é um problema, mas se você tem é outro problema. Então, como Dinheiro = Problema¹/² .
Substituindo os itens, Mulher = Dinheiro², logo, Mulher = (problema¹/²)².
Eu nunca fui bom em matemática, mas essa parte de cortar as potências eu sei fazer. Concluímos então, que Mulher = Problema.
Cara, isso mudou a minha vida. =P
terça-feira, 1 de abril de 2008
Sorte do dia
Uma imaginação bem canalizada é fonte de grandes proezas
Lamber o cotovelo é uma grande proeza?
domingo, 16 de março de 2008
O circo, o picadeiro e os palhaços
E cada semana um espetáculo diferente! É precatório, irregularidades em privatizações, sanguessugas, mensalão, ONGs, compra de votos para alterar a constituição. A bola da vez é o cartão.
Neste picadeiro, quem se apresenta não é o autor do espetáculo. Os palhaços, aqui, ficam todos na platéia, sentados, inertes, esperando a próxima capa das revistas semanais, esperando que alguém faça alguma coisa.
Por falar em coisa, que coisa estrondosa esta a do cartão, não? Na fatura, até tapioca consta e quem paga é a nação. Afinal, comprar roupas, alugar carros de luxo e comer uma tapioca – já que ninguém é de ferro – são gastos essenciais para a nação.
Já que somos um circo bem organizado, um circo seguro, um circo sem analfabetismo, um circo que todas as crianças têm acesso a educação de qualidade, um circo sem preconceito, onde o judeu anda de mãos dadas com o árabe, com o japonês e com o negro, num circo onde tudo é paz, usar o cartãozinho aqui, ali ou quem sabe fazer um saque, qual é o problema? É sem maldade, não vai faltar em nenhum outro lugar!
E o que fazer quando são nossos próprios artistas que dizem se o trabalho é direito ou não? Não somos nós que decidimos se é de aplauso ou apupo, a nós resta ficar sentados, anestesiados assistindo a todo espetáculo repetitivo.
Muda apenas o slogan; em si, o cerne do show é o mesmo. É a comédia da vida privada no picadeiro público. Calhou dessa vez de a patacoada ser dos dois grandes lados.
A grande discussão do cartão – que acontece nas instâncias parlamentares – é tão relevante quanto o que seria mais pesado, um quilograma de chumbo ou um quilograma grama de algodão. É o mágico dizendo que o domador gastou duzentos mil em uma Ferrari e o domador dizendo que o mágico gastou duzentos mim em dez Corsas. Sempre fico na dúvida, algodão ou chumbo?
Em um circo que prometeu transparência, vemos gastos sigilosos, assistimos a uma disputa patética de “quem desviou menos”. São dedos apontados uns para os outros, são acusações disformes de quem não tem moral para falar de si mesmo, é o espetáculo da grande ironia dissimulada, da nossa querida tenra hipocrisia.
Mas, apesar dos pesares, o nosso circo segue em frente, cada vez melhor. Nunca antes na história desse picadeiro foram denunciados tantos trapezistas desequilibrados! Nunca antes tantos erros e tantas falhas do espetáculo foram notados! Ainda bem! Sinto-me muito mais seguro ao saber que hoje o nosso grande patrono sabe das coisas que acontecem, já que o anterior escondia por baixo do tapete e, até pouco tempo atrás, o atual sabia de nada e de nada sabia.
Nesse circo é tudo alegria, é tudo festa, é tudo pago no cartão. É quem paga a fatura? Claro que os 180 milhões de palhaços, devidamente sentados estarão também muito felizes com tão belo espetáculo, pagando a entrada e sustentando este picadeiro. O circo quem faz são os palhaços.
Estourou o limite do cartão? É culpa da insaciável vontade de gastar do mágico? Não! A culpa é de quem ostenta o nariz vermelho e está bem acomodado. Quem deu o cartão corporativo pro mágico não foi o elefante, mas sim esses gênios, esses queridos palhaços. Este é o nosso show. Este é do picadeiro o espetáculo!
terça-feira, 4 de março de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Somos os safadões
Segundo pesquisa da Symantec - empresa que apontou o crescimento das visitas do meu blog de forma exponencialmente assustadora após um post sobre o bolsa-estupro (!?), mas não por causa da bolsa... – 55% dos brasileiros descascam a banana frente a seu computador.
Depois de nós, aparece aquele bilhão de chineses, com 51%, uma boa idéia.
O estudo trabalhou com base em 4.687 adultos e 2.717 crianças nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Brasil, China e Japão.
Depois a gente acha que leva fama à toa... ¬¬
domingo, 20 de janeiro de 2008
Mulheres e seu mau gosto do inferno.
1. Somos peludos.
2. Cheiramos mal. (suor, futebol, pular muro, essas coisas)
3. Falamos imoralidades, indecências e bobagem o tempo todo. (Só ir a um bar com os amigos e ligar o gravador por cinco minutos para comprovar)
4. Nós ficamos carecas com uma facilidade incrível.
5. Não há como evitar, as mãos sempre vão para os peitos/bunda.
6. Aniversário? Que aniversário?
7. Não, eu não quero ver a sua mãe. A menos que seja no velório... Dela.
8. Nós sempre acertamos a tampa do vaso.
9. O controle remoto é MEU!
10. Não fazemos a menor idéia do que se trata ser um cesto de roupa suja.
11. Amor, onde estão as chaves do carro?
12. Nós não estamos perdidos! (NUNCA)
13. ETC
Vejam bem, não é nada pessoal, mas vocês são meio masoquistas, né? =P
domingo, 13 de janeiro de 2008
Trampo
Duas horas da manhã e Rafael pula nos colchões de mola, loucaço. Enquanto isso, Felipe está na banheira. Eu, com um laptop, escrevendo o último post.
Isto é apenas um pequeno retrato do que eram as noites dessa semana, enquanto enfrentávamos o cárcere-privado do trabalho bem remunerado.
Então, em outra noite, movido pela falta do que fazer, Rafael liga na recepção.
- Alo, boa noite.
- Boa noite.
- Sabe, é que acima do espelho, do lado do ar-condicionado, há uma luz verde, outra vermelha, num troço preto e também outro troço branco. Velho, que porra é essa?
- Não sei, senhor.
- É?
- É.
- Tá certo. Valeu
Desliga.
E disca outra vez.
- Oi, é da governância?
- Sim, senhor.
- Você poderia trazer 4 cocas para o 104?
- Sim, senhor.
- Tem mais uma coisa.
- Sim?
- Sabe, é que acima do espelho, do lado do ar-condicionado, há uma luz verde, outra vermelha, num troço preto e também outro troço branco. Velho, que porra é essa?
- É apenas um ponto de referência. Se acabasse a luz, o senhor teria como se locomover no quarto. Porém, são desnecessárias, pois temos um gerador próprio.
- A ta. Valeu.
Velho, esses dias vão ficar na minha memória pra sempre. Nem o Alzheimer os tirará!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Dia na Índia
Minha avó, querendo dizer alguma coisa que me convencesse de que não seria ruim/doloroso/deprimente, disse:
Realmente. Porém essa diferença que ela falava era por ele ser Indiano. Isto mesmo, o cidadão nasceu lá na Ásia e veio aqui ser médico.
Ou seja, já que o médico é indiano, não pega nada. Adoro a lógica da minha vó. ¬¬
Para minha sorte ou azar, ainda não sei, ele não tem bisturi. Ele utiliza algo ainda pior, chazinhos e ervas...
Vejamos até onde irá a minha sanidade mental com o início desse tratamento.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Uma verdade inconveniente
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Eu não tenho culpa!

Queridas amigas, eu não tenho nada a ver com isso! Não pratico tráfico de gente, nem negocio mulheres. Mas caso tenha alguém interessado, favor clicar no link! =P
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Puta mundo injusto, meo!
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Felicidade, Nisin Miojo, Instantanea
sábado, 30 de junho de 2007
Medo
Tenho um pânico tremendo da seleção brasileira de futebol. Nunca vi um futebol tão sofrível. E o engraçado que a CBF só contrata algum dos sete anões.
Primeiro foi o Zangado - Felipão
Depois o Soneca - Parreira
Agora o Dunga - Dunga
O Zangado não volta. Nem o mestre (Tele). Desse jeito, a seleção será para mim apenas isto, desgosto.
Se bem que a seleção vai de mau a pior. Pelo menos o Josué e o Alex Silva voltam ao São Paulo mais cedo...
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Caos aéreo tem solução.
Nossa ministra do Turismo, Martaxa, encontrou uma via para resolver o grande problema que enfrentamos com a nossa insuficiente estrutura:
Martaxa criou mais um companhia aérea para aumentar a oferta de vôos. A VAREG, Viação Aérea Relaxe E Goze.
Não é lindo?
Brasil, um país de todos!
